Todo dia a gente tenta chegar mais perto daquilo que deveria viver ao nosso lado
A sociedade vai inventando formas de legitimar aquilo que ela anulou
De resgatar aquilo que ela execrou
O homem nas mãos da boa vontade do homem
É irônico que tanta necessidade se origine si
Tantos dependentes da boa vontade de poucos
Ninguém de fato tem interesse em prioridades
Como recuperar uma humanidade que se viciou?
O menos aterrador de tudo que vemos
É a percepção de que tanto caos gerou resistentes
Indivíduos que mesmo vislumbrando a imutável condição dessa esfera
Permanecem levantando diariamente a difundir seus sonhos
Passará o tempo e pouco será de fato modificado
Mas enquanto a barbárie preponderar
Dessa geração nada espontânea emergirão os fortes
A única garantia que temos de que vozes ainda surpreenderão
Em meio ao silêncio que oprime será ouvido um grito
Alguns nascem para ser a fortaleza de muitos
E poucos morrerão que de fato tenham construído algo justo
Mas enquanto os pequenos aglomerados dos que lutam existirem
Muitos não poderão fingir que corre tranquila a civilização
Terão que fazer, mesmo que seja de conta, que se importam
E se a importância não for de fato um valor
Haverão de nascer outros com a mesma necessidade...
A de tornar verdadeiramente livre todo homem.
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
O MAIS COMPLICADO
Postado por Ewertton Nunes | às 08:39 | 0 comentáriosDe tão simples o mais complicado
Não bastasse o amor em mim tatuado
Arrancou-me a pele
Cicatriz profunda
Rasgou meu vestido
Sinto-me imunda
Quebrou meu espelho
Pra eu não me enxergar
Marcou em mim teu nome pra eu sempre lembrar
Trancou-me a alma
Lá dentro de mim
E deixou uma culpa que não sei fingir
Ferida a ferro
Coração em brasa
Retirou-me os sonhos
Destruiu a casa
E deixou-me viva
Não restou mais nada
Que vingança dura
Covarde e cruel
Não tem um só dia que não deseje o céu
Não tem uma manhã que eu queira acordar
Todo momento me pego a chorar
Presa em mim não saio na porta
Olhar meu corpo já não sou capaz
Sou coisa morta que não regenera mais
Quem sou eu? E essa dor aguda?
Quanto mais eu grito mais vou ficando muda
Quem sou se não tenho amor por mim?
Onde fui afinal se ainda permaneço aqui?
Cicatriz moral que não me deixar olhar
Queimadura que arde e nunca vai curar
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Não bastasse o amor em mim tatuado
Arrancou-me a pele
Cicatriz profunda
Rasgou meu vestido
Sinto-me imunda
Quebrou meu espelho
Pra eu não me enxergar
Marcou em mim teu nome pra eu sempre lembrar
Trancou-me a alma
Lá dentro de mim
E deixou uma culpa que não sei fingir
Ferida a ferro
Coração em brasa
Retirou-me os sonhos
Destruiu a casa
E deixou-me viva
Não restou mais nada
Que vingança dura
Covarde e cruel
Não tem um só dia que não deseje o céu
Não tem uma manhã que eu queira acordar
Todo momento me pego a chorar
Presa em mim não saio na porta
Olhar meu corpo já não sou capaz
Sou coisa morta que não regenera mais
Quem sou eu? E essa dor aguda?
Quanto mais eu grito mais vou ficando muda
Quem sou se não tenho amor por mim?
Onde fui afinal se ainda permaneço aqui?
Cicatriz moral que não me deixar olhar
Queimadura que arde e nunca vai curar
DOLORIR
Postado por Ewertton Nunes | às 08:38 | 0 comentáriosDolorir é colorir com suas mãos a dor
Fazer florir em terreno que secou
Criar janelas para a luz entrar
Dolorir é inventar sempre novas razões
Se permitir deitar em emoções
E flutuar... Flutuar...
Dolorir é deixar partir o que passou
Sem nem por isso esquecer o que marcou
É por um vestido verde e dançar
Sentindo o corpo acreditar que por ir...
Ir onde o medo nunca deixou
O infinito pequeno ficou
Para quem resolveu pintar
Mudar a cor de cada ausência de tom
Por em cada palavra um som para ouvir... Ouvir
Dororir... É diexar a dor partir para nunca mais voltar.
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Fazer florir em terreno que secou
Criar janelas para a luz entrar
Dolorir é inventar sempre novas razões
Se permitir deitar em emoções
E flutuar... Flutuar...
Dolorir é deixar partir o que passou
Sem nem por isso esquecer o que marcou
É por um vestido verde e dançar
Sentindo o corpo acreditar que por ir...
Ir onde o medo nunca deixou
O infinito pequeno ficou
Para quem resolveu pintar
Mudar a cor de cada ausência de tom
Por em cada palavra um som para ouvir... Ouvir
Dororir... É diexar a dor partir para nunca mais voltar.
terça-feira, 10 de abril de 2012
LA DOLOR
Postado por Ewertton Nunes | às 07:23 | 0 comentáriosDoloriu minha alma
Manchou meu corpo com vermelhos sentimentos
Que não querem limpar
Debaixo do chuveiro sinto escorrerem os sonhos
São da cor do sangue que não pára de jorrar
Tenho a pele branca
Que deixou de ser pura
Até mesmo a doce textura passou a arranhar
Sinto uma dor fina
Como se a menina que sou deixasse de ser
Eu era pequena e queria brincar
Hoje não sei mais...
Acabaram os sonhos
E a boneca antes querida quando me olha nos olhos
Insiste em me julgar
Onde está a cor de tudo
E essa voz que me deixa surdo
Por que não se cala para eu dormir?
Onde estão as tintas
Pra eu pintar um novo mundo
Onde eu possa sorrir?
Por entre as pernas o manto
a dor e o pranto
Um medo imenso de amar
A menina não brinca, não canta, não almeja
Não tem luz, não tem vida, não tem mais o desejo do altar
Doloriu
Todos os sonhos escorrem de mim como um rio...
...........................................
Doloriu mi alma
Sucia de mi cuerpo con los sentimientos rojos
¿Quién no desea limpiar
Ejecutar los sueños sensación de ducha
Son el color de la sangre a derramar
Tengo la piel blanca
Esto ya no es puro
Incluso la textura dulce, empezó a rascarse
Me siento un dolor delgada
Como la chica que ya no estoy siendo
Yo era joven y quería jugar
No más sueños
Y la muñeca vive juzgarme
¿Dónde está el color de todos
Y esa voz que me hace sordos
¿Por qué no cerraron a dormir?
¿Dónde están las tintas
Así que puede pintar el nuevo mundo
¿Dónde puedo sonreír?
Para el manto entre las piernas
el dolor y el luto
El miedo a una gran cantidad de amar
La niña no juega, no canta, no aspira
No hay luz,no hay vida, ya no tiene el deseo del altar
Doloriu
Todos los sueños agotado como un río ...
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Manchou meu corpo com vermelhos sentimentos
Que não querem limpar
Debaixo do chuveiro sinto escorrerem os sonhos
São da cor do sangue que não pára de jorrar
Tenho a pele branca
Que deixou de ser pura
Até mesmo a doce textura passou a arranhar
Sinto uma dor fina
Como se a menina que sou deixasse de ser
Eu era pequena e queria brincar
Hoje não sei mais...
Acabaram os sonhos
E a boneca antes querida quando me olha nos olhos
Insiste em me julgar
Onde está a cor de tudo
E essa voz que me deixa surdo
Por que não se cala para eu dormir?
Onde estão as tintas
Pra eu pintar um novo mundo
Onde eu possa sorrir?
Por entre as pernas o manto
a dor e o pranto
Um medo imenso de amar
A menina não brinca, não canta, não almeja
Não tem luz, não tem vida, não tem mais o desejo do altar
Doloriu
Todos os sonhos escorrem de mim como um rio...
...........................................
Doloriu mi alma
Sucia de mi cuerpo con los sentimientos rojos
¿Quién no desea limpiar
Ejecutar los sueños sensación de ducha
Son el color de la sangre a derramar
Tengo la piel blanca
Esto ya no es puro
Incluso la textura dulce, empezó a rascarse
Me siento un dolor delgada
Como la chica que ya no estoy siendo
Yo era joven y quería jugar
No más sueños
Y la muñeca vive juzgarme
¿Dónde está el color de todos
Y esa voz que me hace sordos
¿Por qué no cerraron a dormir?
¿Dónde están las tintas
Así que puede pintar el nuevo mundo
¿Dónde puedo sonreír?
Para el manto entre las piernas
el dolor y el luto
El miedo a una gran cantidad de amar
La niña no juega, no canta, no aspira
No hay luz,no hay vida, ya no tiene el deseo del altar
Doloriu
Todos los sueños agotado como un río ...
segunda-feira, 2 de abril de 2012
"TOCA-ME..."
Postado por Ewertton Nunes | às 14:51 | 0 comentáriosLETRA DA MÚSICA "TOCA-ME..."
Autor: Ewertton Nunes
Me pega forte com carícias de mulher
Estranha sorte que me acha onde estiver
Doce silêncio que me acorda de manhã
Deixando a boca com frescor de hortelã
Triste vazio se derrama ao preencher
Cama molhada por dois corpos com prazer
Dor insensata que me teima em incomodar
Amor tranquilo que me fere sem sangrar
Eu perco o sono por pensar em não te ter
Mas abandono se não faz por merecer
Quero poesia, eu não quero agressão
Eu quero toque já cansei de empurrão
Dançar na rua com a chuva a me banhar
Deitar molhada sem ninguém pra reclamar
Dormir tranquila sem medo de viver
Amar mim mais do que amo a você
leer más...
Autor: Ewertton Nunes
Me pega forte com carícias de mulher
Estranha sorte que me acha onde estiver
Doce silêncio que me acorda de manhã
Deixando a boca com frescor de hortelã
Triste vazio se derrama ao preencher
Cama molhada por dois corpos com prazer
Dor insensata que me teima em incomodar
Amor tranquilo que me fere sem sangrar
Eu perco o sono por pensar em não te ter
Mas abandono se não faz por merecer
Quero poesia, eu não quero agressão
Eu quero toque já cansei de empurrão
Dançar na rua com a chuva a me banhar
Deitar molhada sem ninguém pra reclamar
Dormir tranquila sem medo de viver
Amar mim mais do que amo a você
“TUDO O QUE MAIS QUERO”
Postado por Ewertton Nunes | às 14:50 | 0 comentáriosLETRA DA MÚSICA “TUDO O QUE MAIS QUERO”
AUTOR: Ewertton Nunes
Não sei onde vou parar
Nem sei como vou chegar
Eu ando pelo mundo devagar
Porque a pressa não tem onde morar
REFRÃO:
E vou seguindo assim
Sem perder aquilo que eu vivi
Então, o que devo cantar?
Se tudo o que mais quero é ficar/sonhar
De tudo o que tenho a dizer
Metade do que digo faz doer
No corpo ferido a ilusão
No peito o que restou de um coração
leer más...
AUTOR: Ewertton Nunes
Não sei onde vou parar
Nem sei como vou chegar
Eu ando pelo mundo devagar
Porque a pressa não tem onde morar
REFRÃO:
E vou seguindo assim
Sem perder aquilo que eu vivi
Então, o que devo cantar?
Se tudo o que mais quero é ficar/sonhar
De tudo o que tenho a dizer
Metade do que digo faz doer
No corpo ferido a ilusão
No peito o que restou de um coração
"Não tem só fragilidades meu coração"
Postado por Ewertton Nunes | às 14:48 | 0 comentáriosLETRA DA MÚSICA: "Não tem só fragilidades meu coração"
AUTOR: Ewertton Nunes
Essa foi a última vez
Que tocou o meu corpo com pesar
Não compreende o quanto eu te dei
Vai embora, eu não quero mais chorar
Não sou capaz de ficar ao lado de alguém
Que nos meus olhos não consegue enxergar
Se eu transbordo o que nunca falei
E o meu corpo não pára de gritar
REFRÃO:
Sou mulher, não sou uma invenção
Não tem só fragilidades meu coração
Eu tenho vida que não cessa de buscar
Lugar tranquilo onde possa morar
leer más...
AUTOR: Ewertton Nunes
Essa foi a última vez
Que tocou o meu corpo com pesar
Não compreende o quanto eu te dei
Vai embora, eu não quero mais chorar
Não sou capaz de ficar ao lado de alguém
Que nos meus olhos não consegue enxergar
Se eu transbordo o que nunca falei
E o meu corpo não pára de gritar
REFRÃO:
Sou mulher, não sou uma invenção
Não tem só fragilidades meu coração
Eu tenho vida que não cessa de buscar
Lugar tranquilo onde possa morar
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