terça-feira, 4 de junho de 2013

ARMADILHA PARA BEIJA-FLORES

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Quando me usa para a tua vingança
Eu entendo o sentindo real da tua procura...
Sei que para todos os males uma compensação
Eu sempre escolho acreditar
E a minha crença é a de um beija-flor preso por uma armadilha numa janela
Sim, eu vejo a flor, esqueço o artificialismo...
Até que ao observar, sem querer, num voo parado
Eu vejo o preparo cotidiano do nectar que busco t...odos os dias
Nesse instante eu compreendo tudo
São os descuidos que desmoronam grandes conquistas...
E o beija-flor vê mais a armadilha que o doce ofertado
Não é ingratidão... É o recuar de um sonho
É perceber que ao invés de cultivar o beija-flor com uma flor viva, escolhida de forma unica...
A mim foi destinado o superficial
E que em outro canto iluminado da casa há flores vivas que alimentam outro pássaro...
Eu que gosto de bater as asas no mesmo lugar
Gerando uma beleza que não se pode imitar
Percebo nas armadilhas do amor
Os artifícios que não se pode aprisionar
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SOBRE CORPOS E ALMAS

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Eu que tenho a sina dolorida de ler os detalhes
Que tenho sensibilidade a capturar sutilezas
Dessas que se desprendem das palavras, dos olhares, das desculpas...
Não consigo acreditar muitas vezes em verdades que parecem inteiras
Muito menos em meias verdades que se entregam como um bandido sem habilidade...
Quisera eu ainda trazer a inocência nos ouvidos para crer sem duvid...ar no segundo seguinte...
Se eu não fosse feito e afeito às paixões poderia ao menos fingir
Interpretar que não compreendi as subliminaridades do corpo, do texto, das procuras...
Eu bem entendo sobre desapegos reais
Sei discernir o que seja desejo e necessidade...
Engana-se quem acreditae enganar o latente, o àvido...
Ainda bem existem brechas na alma humana
E nos corpos despreparados para viver irrealidades
Assim é possível ver sem esforços o que não se dissolve facilmente
E que talvez nem deseje se dissolver...
Só não me obriguem a fingir que não sou um bom leitor
Leio tão claramente os detalhes
Que na cabeça as vozes das minhas incertezas repassam o tempo todo
Aquilo que eu não posso esquecer...
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segunda-feira, 22 de abril de 2013

CHUVA

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CHUVA

Se não serão minhas as noites de chuva
Nem tão pouco as horas de desejo
Se não serão meus os teus motivos de ciúmes
Nem a saudade dos costumes diários
Se não serão minhas as tuas satisfações
Nem as preocupações de não machucar
Se nem os planos futuros incluem a mim
E a minha vida não tem grande importância...
Se não aspira nenhuma mudança
Nem dentro ou fora de nós
Se sou sempre a terceira opção
Diante de tudo que escolhe seguir
Se não há desconforto com nenhuma situação
E como remédio utiliza o perdão
Se sou apenas uma ponte
E não sou estrada
Eu quero entender qual a finalidade
De querer amar alguém que não serve para nada?

Ewertton Nunes
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domingo, 21 de abril de 2013

DE "TON" EM "TON"

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DE "TON" EM "TON"

Eu não sei se seria de bom “ton” falar sobre o dia de hoje
Nem que “ton” deveria usar ao relatar o que experienciei
A alma possui “tons” próprios
Que se modificam com o manuseio
Sei que uma música nova emana
De “tons” graves a agudos “tons” ela flui

Na paleta de sentimentos dualistas
... Toda cor tem ao menos dois "tons"
E o pincel que outrora ornou de sombra os dias
Muda o "ton" e traz à noite uma rajada de luz

No meu “ton” ou no seu “ton” a mesma motivação
Um alguém fora do “ton” que consegue harmonia
Nossas identidades partilhadas
Semi”ton”am semelhanças
E nossas peles estão revestidas de “tons” do passado, presente e futuro...

Ainda que reverbere um ou outro "ton" dissonante
A última sílaba do derradeiro verso não fraqueja:
É precisa, é "ton"ica!
E o farol que se ocupava em vigiar fantasmas
Hoje projeta, num painel em "tons" pastéis, um provérbio modesto:
-Pense duas vezes antes de elevar o "ton"..."sempre"!

Poema escrito por Everton Mesquita e Ewertton Nunes (via facebook)
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DE "TON" EM "TON"

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DE "TON" EM "TON"

Eu não sei se seria de bom “ton” falar sobre o dia de hoje
Nem que “ton” deveria usar ao relatar o que experienciei
A alma possui “tons” próprios
Que se modificam com o manuseio
Sei que uma música nova emana
De “tons” graves a agudos “tons” ela flui

Na paleta de sentimentos dualistas
... Toda cor tem ao menos dois "tons"
E o pincel que outrora ornou de sombra os dias
Muda o "ton" e traz à noite uma rajada de luz

No meu “ton” ou no seu “ton” a mesma motivação
Um alguém fora do “ton” que consegue harmonia
Nossas identidades partilhadas
Semi”ton”am semelhanças
E nossas peles estão revestidas de “tons” do passado, presente e futuro...

Ainda que reverbere um ou outro "ton" dissonante
A última sílaba do derradeiro verso não fraqueja:
É precisa, é "ton"ica!
E o farol que se ocupava em vigiar fantasmas
Hoje projeta, num painel em "tons" pastéis, um provérbio modesto:
-Pense duas vezes antes de elevar o "ton"..."sempre"!

Poema escrito por Everton Mesquita e Ewertton Nunes (via facebook)
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sábado, 6 de abril de 2013

COISAS

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COISAS

Não sei o que de fato vivo
Nem se é fato essa "coisa" indefinida
Vida é "arteFATO"
Um achado súbido numa dimensão invisível e submersa em estranhas coisas que de fato não existem
Ou existem?´
De fato não sei...
A vida é mais ARTE do que fato
Fatídicos desencontros presos em encontros complexos
... Complexo devo ser eu
FATO!
Complicador dessas "coisas" todas
Complicador... Complica a dor
Não estou para complicar nada
Nasci para facilitar a vida
FATO?
Não sei... Sei que tudo se complica sem que eu coloque as mãos
Porque, o fato é que mão nada definem
Definham, isso sim
Na verdade complicada é a existência dessas "COISAS" indefinidas
FATO... FATO!
Meu olFATO me diz que alguma COISA está definida dentro dessa indefinição toda
Mas o fato... É que eu... Eu não estou inserido nela

EWERTTON NUNES

Obs: Esse não é um poema feito com tristeza, nem cobranças... E de FATO um poema com sentimentos INDEFINIDOS
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segunda-feira, 1 de abril de 2013

DONO DE MIM

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DONO DE MIM

Sabes o que significa te tornares dono da minha poesia?

De toda essa saudade que chega no segundo seguinte à tua ausência?

É como possuir a parte mais rica do meu universo

Aliás, é como te tornares o próprio verso... Habitando soberano em cada intenção

Sendo o verbo maior que há em mim
 

Fazendo-se a única carne para meu deleite perfeito

Dou-te agora todos os meus sentidos

E te faço senhor da minha inspiração

Quero que derrames sobre minha vida teu sorriso

Compreendi... Sem medo, receio ou cobrança

Lembra-te que sou feito da dança

Que segue ao som da melodia ideal

Estás vendo o limite de tudo que quero te oferecer a partir de agora?

Claro que não vês... O que desejo agora não tem limites visíveis

Nem palpáveis... Serão sensoriais

Pega... Escolhes a parte de mim que queiras

Mas não esqueces as demais que são suas também

Leva-me aos poucos, ou por inteiro...

O amor-apaixonado é o futuro da nossa alma

Que no presente já canta timidamente na janela desses nossos olhos encantados

Não tenhas dúvidas...

Já me tens para teu companheiro

É... O destino foi certeiro

Quando permitiu uma segunda vez para confirmar o que seríamos

"Alguma coisa está fora da ordem", Caetano não mente em seu conselho

E estar fora da ordem nesse momento... É o indício de vida, de embrião, de natureza sendo gerada...

Isso é o movimento do aMAR encontrando-se com a paixão latente

Deixes... Não por acaso a ordem foi desencantada

É que algo maior do que o planejado chegou para nos trazer novas historias

E novas alegrias... E novas possibilidades para nossos quereres

É hora de deixar as unhas crescerem

Abrindo mão de ansiedades tolas

Respeito o teu passado e os teus elos eternos

E quero que o meu laço também se estenda até essa condição

Está vendo o meu corpo aberto e sem ossos?

Estou líquido para me adaptar ao espaço novo que abres para eu ocupar


Desfigurado, adornando, tranquilizando...

Lembras da sensação do teu corpo no mar?

É essa que nos inundará os dias

Sensação de estar abraçado por algo que nos toca a pele e a alma sem dedos

Sabes o que significa ser o senhor dos meus olhos?

É ser o dono do mais sublime que há em mim










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