quinta-feira, 21 de junho de 2012

VERTIGEM

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Que vulto é esse que passa luminoso em meio à vertigem?
É Um milagre que escorregou de algum lugar impossível
E surpreendeu nossas frágeis crenças na vida
Sempre acreditei em milagres duvidando todos os dias
Ainda não tenho certezas
Mas a luz é bonita...
Tranquiliza a dor na cabeça trazida pela vastidão branca
É um milagre? Então me traz certezas


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quarta-feira, 20 de junho de 2012

A SORTE É ESSE ACIDENTE

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A vida é cheia de acidentes
Não há existência sem a violência do inesperado
Acidentes surgem para mudar a forma como os dias se movimentam
Em alguns escorre sangue
Outros recebem o nome de sorte
E ganham uma cor diferenciada
A sorte é esse acidente que modifica todas as crenças 
É quando o imprevisível nos causa um assombro doce
O contrário disso é a fatalidade
O assalto repentino que paralisa
O atropelamento imprevisto numa avenida congestionada
A colisão que nos surpreende na curva
A sorte, esse acidente com textura de dádiva...
É também uma certeza que nos acordará no meio da noite
De outra forma não faria sentido estar em alerta às desventuras
Acredito na compensação de todo mal
Ainda é preciso perceber quando sorte se traveste de acidente
A sorte também pode ser vermelha
Nem tudo o que nos põe no chão passa por cima de nós...
É preciso aceitar que o acaso está na vida para mudar alguma coisa
Talvez as escolhas que sem impacto não faríamos
Acidente e sorte dividem a identidade
E nos abordam nas ruas vazias do nosso esquecimento
Por descuido ou fatalidade seremos atingidos
Será sorte...
Um Acidente...
O acidente é essa sorte...
A sorte é o menos dolorido dos acidentes
Ainda bem que um espaço de seis letras distancia Sorte e Morte



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terça-feira, 19 de junho de 2012

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

RELEXÕES SOBRE A HUMANIDADE

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Todo dia a gente tenta chegar mais perto daquilo que deveria viver ao nosso lado A sociedade vai inventando formas de legitimar aquilo que ela anulou De resgatar aquilo que ela execrou O homem nas mãos da boa vontade do homem É irônico que tanta necessidade se origine si Tantos dependentes da boa vontade de poucos Ninguém de fato tem interesse em prioridades Como recuperar uma humanidade que se viciou? O menos aterrador de tudo que vemos É a percepção de que tanto caos gerou resistentes Indivíduos que mesmo vislumbrando a imutável condição dessa esfera Permanecem levantando diariamente a difundir seus sonhos Passará o tempo e pouco será de fato modificado Mas enquanto a barbárie preponderar Dessa geração nada espontânea emergirão os fortes A única garantia que temos de que vozes ainda surpreenderão Em meio ao silêncio que oprime será ouvido um grito Alguns nascem para ser a fortaleza de muitos E poucos morrerão que de fato tenham construído algo justo Mas enquanto os pequenos aglomerados dos que lutam existirem Muitos não poderão fingir que corre tranquila a civilização Terão que fazer, mesmo que seja de conta, que se importam E se a importância não for de fato um valor Haverão de nascer outros com a mesma necessidade... A de tornar verdadeiramente livre todo homem.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

O MAIS COMPLICADO

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De tão simples o mais complicado
Não bastasse o amor em mim tatuado
Arrancou-me a pele
Cicatriz profunda
Rasgou meu vestido
Sinto-me imunda

Quebrou meu espelho
Pra eu não me enxergar
Marcou em mim teu nome pra eu sempre lembrar
Trancou-me a alma
Lá dentro de mim
E deixou uma culpa que não sei fingir

Ferida a ferro
Coração em brasa
Retirou-me os sonhos
Destruiu a casa
E deixou-me viva
Não restou mais nada

Que vingança dura
Covarde e cruel
Não tem um só dia que não deseje o céu
Não tem uma manhã que eu queira acordar
Todo momento me pego a chorar

Presa em mim não saio na porta
Olhar meu corpo já não sou capaz
Sou coisa morta que não regenera mais
Quem sou eu? E essa dor aguda?
Quanto mais eu grito mais vou ficando muda

Quem sou se não tenho amor por mim?
Onde fui afinal se ainda permaneço aqui?
Cicatriz moral que não me deixar olhar
Queimadura que arde e nunca vai curar
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DOLORIR

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Dolorir é colorir com suas mãos a dor
Fazer florir em terreno que secou
Criar janelas para a luz entrar

Dolorir é inventar sempre novas razões
Se permitir deitar em emoções
E flutuar... Flutuar...

Dolorir é deixar partir o que passou
Sem nem por isso esquecer o que marcou
É por um vestido verde e dançar
Sentindo o corpo acreditar que por ir...

Ir onde o medo nunca deixou
O infinito pequeno ficou
Para quem resolveu pintar
Mudar a cor de cada ausência de tom
Por em cada palavra um som para ouvir... Ouvir

Dororir... É diexar a dor partir para nunca mais voltar.
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terça-feira, 10 de abril de 2012

LA DOLOR

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Doloriu minha alma
Manchou meu corpo com vermelhos sentimentos
Que não querem limpar
Debaixo do chuveiro sinto escorrerem os sonhos
São da cor do sangue que não pára de jorrar

Tenho a pele branca
Que deixou de ser pura
Até mesmo a doce textura passou a arranhar
Sinto uma dor fina
Como se a menina que sou deixasse de ser
Eu era pequena e queria brincar
Hoje não sei mais...
Acabaram os sonhos
E a boneca antes querida quando me olha nos olhos
Insiste em me julgar

Onde está a cor de tudo
E essa voz que me deixa surdo
Por que não se cala para eu dormir?
Onde estão as tintas
Pra eu pintar um novo mundo
Onde eu possa sorrir?

Por entre as pernas o manto
a dor e o pranto
Um medo imenso de amar
A menina não brinca, não canta, não almeja
Não tem luz, não tem vida, não tem mais o desejo do altar

Doloriu
Todos os sonhos escorrem de mim como um rio...

...........................................

Doloriu mi alma
Sucia de mi cuerpo con los sentimientos rojos
¿Quién no desea limpiar
Ejecutar los sueños sensación de ducha
Son el color de la sangre a derramar

Tengo la piel blanca
Esto ya no es puro
Incluso la textura dulce, empezó a rascarse
Me siento un dolor delgada
Como la chica que ya no estoy siendo
Yo era joven y quería jugar
No más sueños
Y la muñeca vive juzgarme

¿Dónde está el color de todos
Y esa voz que me hace sordos
¿Por qué no cerraron a dormir?
¿Dónde están las tintas
Así que puede pintar el nuevo mundo
¿Dónde puedo sonreír?

Para el manto entre las piernas
el dolor y el luto
El miedo a una gran cantidad de amar
La niña no juega, no canta, no aspira
No hay luz,no hay vida, ya no tiene el deseo del altar

Doloriu
Todos los sueños agotado como un río ...
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