domingo, 7 de agosto de 2011
VOCÊ PODE NÃO ENCONTRAR...
Postado por Ewertton Nunes | às 05:36 | 1 comentários
quarta-feira, 27 de julho de 2011
CUIDE DA SUA MEMÓRIA!
Postado por Ewertton Nunes | às 08:03 | 0 comentários
Sabe qual o melhor exercício para a memória?
Lembrar todo dia de não esquecer
E esquecer aquilo que não serve para lembrar
É mais ou menos assim... A gente acorda pensando no que sentimos pelos outros
Mas esses outros são, acima de tudo, as partes importantes de nós mesmos
Outros que nos ajudam a sermos mais significantes na vida
E essa lembrança se torna forte
Daí a gente pensa nas coisas boas que devemos dizer aos que amamos
Contrariando essa sensação injusta de sempre dizer o pior a quem tanto nos quer bem
O pior que pensamos delas a gente esquece
Até porque esse pior pode ser uma projeção maldosa dos nossos olhos
E de nada serve para melhorar a memória das coisas
Temos que dar frescor à presença dos amigos fazendo vir ao peito a saudade deles
Nesse exercício de saudade, a gente lembra o primeiro sorriso da pessoa amada
Da primeira sensação de nervosismo ao vê-la
E logo a gente lembra que ainda é apaixonado, lembrar da paixão é aquecer sempre o que nunca pode esfriar
E se lembrar de tanta coisa parecer impossível... Se isso for um grande esforço para a memória...
Pense simplesmente no outro. Oferte-lhe um pensamento generoso
A nossa felicidade depende da capacidade que temos em conservar a nossa memória
Conservar é acima de tudo manter vivo aquilo que nunca pede para morrer...
O amor.
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Quem quer ser lembrado nunca deveria “esquecer”. (EWERTTON NUNES)
segunda-feira, 25 de julho de 2011
UM PENSAMENTO CONTRÁRIO
Postado por Ewertton Nunes | às 16:58 | 1 comentários
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A PSICOLOGIA-MATEMÁTICA DA TRAIÇÃO
Postado por Ewertton Nunes | às 14:10 | 0 comentários
domingo, 10 de julho de 2011
QUANDO A TRISTEZA NOS ABRAÇA
Postado por Ewertton Nunes | às 08:38 | 0 comentáriosUm abraço caloroso... Gostoso porque é dado com força
Prendendo-a firme entre as pernas para não sentir tanto o desconforto
Às vezes tateava de olhos fechados para sentir se ela havia despertado e partido
Pelo contrário, ela se aninhou ao meu corpo ainda mais...
Acariciando-me a face com lágrimas
Trazendo espasmos abafados ao meu peito machucado de silêncio
A tristeza muitas vezes é mais solidária do que os que dizem que nos amam
Ela amacia a cabeça quando nos re
costamos nela
E suporta o nosso pranto sem achar descenessário transbordar
A melhor liberdade nos vem quando não somos julgados por nada
Faz um tempo não tenho tristeza legítima
Essa que é tristeza e só... Não há camada de rancor, ira, decepção, culpa... Nada
Tristeza com sabor de tristeza e som de um FADO
De certa forma isso me traz alegria
Pois sinto que estar triste é diferente de ser triste
E assim, aceito a tristeza como uma companhia válida quando todo o resto não se importar comigo.
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(Enquanto a maioria das pessoas não aceita a tristeza, eu a recebo como uma possibilidade de ser feliz)
sábado, 9 de julho de 2011
PENSAMENTOS FEREM
Postado por Ewertton Nunes | às 12:34 | 0 comentários
Como me maltratam os pensamentos
Ferem mesmo... Ainda não havia me dado conta
De quanta agressão sofro ao pensar...
A toda frustração um pensamento, dessa vez penso: do que serve estar no paraíso carregando o inferno dentro de si?
Sei que são recorrentes em mim essas reflexões
Mais uma prova do aprisionamento das nossas virtudes pelas mãos dos vícios que herdamos.
Talvez por ser a dor contínua uma forma de alívio também
E uma predestinação
Os calafrios que em ondas fazem os pêlos do meu corpo reclamarem
Demonstram o quão tóxico são os meus mais endemoniados impulsos de memória
É exatamente isso, no instante em que injustiças, ingratidão e desrespeito invadem os meus sentidos...
Eu percebo o quanto de inferno habita em mim
É um queimar tão fétido de coisas por dentro que se fosse partilhado devastaria tudo
Impregnaria as camadas mais protegidas que possamos ter
Sou ao mesmo tempo tão propenso ao melhor quanto ao mais desprezível do ser humano
Uma dualidade sustentada por uma fina barreira de lucidez
Não sei até quando essa "lucidez" salvará os homens de mim
Ou o que é ainda pior, salvará "Eu" de "mim"
É muito ruim perceber que bondade não compensa
Que ficcionar a vida é impossível
O que se contrói nessa esfera de realidade machuca de verdade
E não nos transfigura no "bom"... Nos traz amarguras aos olhos
Que em doses rotineiras fazem desaparecer o doce
Essa condição de prazer que deveria ser uma premissa para existência de todos
Eu não gosto da fugacidade do meu olhar
De voltar a não consigar olhar para a frente
Procurar o refúgio do chão e do céu
Para ingressar na dualidade do meu íntimo
Ingressando doloridamente no mais sacro e profano dessa essência confusa que carrego
Quando vou por aí... Quando me colocam de volta ao meu começo
Até dormir se torna uma violência
E o silêncio me prende com força os braços
Falar se torna uma sentença, uma palavra dita será tão cortante quanto uma lâmina
Fico então preso entre escolhas que serão sempre erradas
Pareço ser um único portador do engano, da falha, do equívoco
Todos os erros parecem provir unicamente do que faço
Até das minhas tentativas de acerto
Descubro todo dia que não há compreensão para o bem ou para o mal
Para o bom ou o ruim
Enquanto o mundo girar em torno da lógica onde o "bem" é sempre uma obrigação
E a sua forma continuar indefinida e transparente
O mal será sempre uma opção mais visível e contundente
Por ele ter cor, densidade e energia...
Essa última tão efusiva em sua natureza
E por ser mais incômodo e consistente, será sempre a melhor opção para segurar firme e jogar em alguém.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
DESCULPA...
Postado por Ewertton Nunes | às 19:32 | 0 comentários